quarta-feira, 5 de agosto de 2015



  ANALISANDO OS RESULTADOS - ATIVIDADE DIAGNÓSTICA II

Com as experiências vividas no PIBID tenho percebido cada vez mais  como é “árduo” o trabalho de um professor, no entanto, também tenho “sentido na pele” como é gratificante e prazeroso ver  os resultados obtidos através do esforço enquanto professor e educador.   Posso afirmar isso a partir do diagnóstico realizado nos dias 22 e 23 de julho deste ano, na sala do 2° ano, esse diagnóstico foi aplicado no intuito de avaliar o desenvolvimento da escrita e da leitura de cada um dos 25 alunos. No primeiro dia tomamos a leitura dos alunos e no segundo dia avaliamos a escrita de cada um. Na própria aplicação já notamos a diferença e os avanços significativos de cada criança com relação as atividades, já não demonstravam mais tanta dificuldade, já conseguem juntar as letras e formar as sílabas, no entanto, alguns apresentam dificuldades em juntar as sílabas para formar  palavras e as palavras canônicas eles leem com mais facilidade, mostrando assim, o avanço no que diz respeito aos níveis de escrita e de leitura.  Fico muito feliz em ver e sentir que estamos conseguindo alfabetizar de forma significativa, a partir do Método Sociolinguístico.
A coleta de dados foi feita de forma tranquila, os alunos não apresentaram resistência, porém, em determinado momento tivemos que mudar as carteiras de lugar, pois percebemos que alguns estavam copiando as respostas da atividade dos colegas. No que diz respeito a análise, nos reunimos para analisarmos as atividades e então começamos a construir o gráfico, socializamos as nossas impressões com cada um do grupo. Para fundamentar nossa análise pesquisamos alguns teóricos que já conhecíamos: Mendonça & Mendonça, Naspoline, Vasconcelos e Angela Freire.
A pesquisa tem sido muito importante na minha formação pois além de vivenciar experiências riquíssimas, ela também me permite  conhecer a realidade, a qual futuramente estarei inserida. E é a partir de cada nova experiência e desafio  percebo que muito mais do que uma simples professora, preciso me formar também como pesquisadora, isso porque a cada novo dia em sala de aula surge um ou alguns novos dilemas que precisam ser enfrentados e superados. Os resultados obtidos nos motivam a continuar e nos mostram a importância de se pensar em atividades que façam os alunos avançarem cada vez mais. Por fim, acredito que tenho aprendido muito no PIBID e, é de fato no “chão da escola” que estou aprendendo a ser professora, adquirindo novos conhecimentos e novas experiências, os quais levarei para a vida toda.






9 comentários:

  1. Naiane gostei da sua reflexão, como você disse além de professores temos que ser pesquisadores, e só se aprende a ser professor no chão da escola enfrentando assim os desafios encontrados na carreira docente .

    ResponderExcluir
  2. Realmente Naiane temo que está sempre nos atualizando, frente aos avanços que a profissão nos cobra. Você falou da importância do método sóciolinguístico- gostaria que especificasse o que no ´´método`` te ajuda na sua formação...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Anderson! No geral o método ele ajuda o educador a ter um norte e a organizar o seu trabalho sistematicamente, garantindo que o professor não fique perdido, nesse sentido, conhecendo o Método Sociolinguístico pude perceber a importância de se ter um método para trabalhar em sala de aula e tem se mostrado bastante eficaz e vem dando ótimos resultados

      Excluir
  3. Naine,
    Percebo que você a cada atividade está mais se familiarizando com a turma lembro muito bem no seu primeiro dia que você chegou toda tímida e sei que cada experiência que você terá vai contribuir na sua formação e tornará uma profissional qualificada para fazer a diferença; que o sistema de educação precisa tanto.

    ResponderExcluir
  4. Naine,
    Percebo que você a cada atividade está mais se familiarizando com a turma lembro muito bem no seu primeiro dia que você chegou toda tímida e sei que cada experiência que você terá vai contribuir na sua formação e tornará uma profissional qualificada para fazer a diferença; que o sistema de educação precisa tanto.

    ResponderExcluir
  5. Muito boa sua reflexão, gostaria que você falasse um pouco como foi feita a coleta de dados e as fontes que recorreram.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigada, Mara! A coleta de dados foi feita de forma tranquila, os alunos não apresentaram resistência, porém, em determinado momento tivemos que mudar as carteiras de lugar, pois percebemos que alguns estavam copiando da atividade dos colegas. No que diz respeito a análise, nos reunimos para analisarmos as atividades e então começamos a construir o gráfico, socializamos as nossas impressões com cada um do grupo, pesquisamos alguns teóricos que já conhecíamos para fundamentar nossa análise: Naspoline, Vasconcelos e Angela Freire.

      Excluir